A encíclica publicada pelo Papa Francisco e escrita "a quatro mãos" com Bento XVI, vendeu na Itália mais de 200 mil cópias em apenas um mês: "Lumen fidei" é um verdadeiro sucesso de vendas.

Neste meio tempo, o Papa trabalha outros textos, tendo renunciado às férias em Castel Gandolfo - o Pontífice dedica-se aos planos de reforma da Cúria e do IOR. Na escrivaninha, esboços e manuscritos em preparação: a exortação apostólica sobre a nova evangelização e o projeto da nova encíclica sobre a pobreza, a "Beati pauperes".

A exortação deve sair até 24 de novembro, quando se conclui o Ano da Fé, proclamado por Bento XVI no cinquentenário do Concílio.

papa francisco



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A iniciativa de Cidadãos Europeus Um de nós ultrapassou as 800.000 assinaturas na campanha Europeia de defesa da vida desde a concepção “Um de nós”. Concretamente 802.408 Cidadãos Europeus apoiam a iniciativa até agora.

Nove países já alcançaram o número mínimo de assinaturas exigido pela Comissão. Um de nós apresenta na Europa uma clara exigência dos cidadãos europeus para a defesa do embrião humano, da vida humana: pelo número de cidadãos que apoiam a iniciativa e pelo número de países que exigem esta defesa ao mesmo tempo.

... um exemplo e guia para o homem de hoje

castelogandolf

Foi precisamente sobre este precursor de Jesus que o Papa centrou a sua catequese semanal.

O Papa começou por dizer que São João Baptista é o único Santo de que a Igreja celebra tanto o nascimento como a morte, ocorrida através do martírio. Uma memória que remonta ao século IV em Samaria e que se estendeu depois a Jerusalém, Igrejas Orientais e Roma, com o titulo de “degolação de São João Baptista”. Mais tarde a preciosa relíquia teria sido encontrada e transportada para a Igreja de São Silvestre em Roma.

Pequenas referências histórias que – disse o Papa – nos ajudam a compreender quão antiga e profunda é a veneração de São João Baptista, cujo papel em relação a Jesus é exaltado pelos evangelistas. São Lucas recorda, por ex., o seu nascimento, vida no deserto e pregações, enquanto que São Marcos nos fala, no Evangelho de hoje, do seu martírio.

Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio com a qual se proclama o Ano da Fé

1. A PORTA DA FÉ (cf. Act 14, 27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma. Atravessar esta porta implica embrenhar-se num caminho que dura a vida inteira. Este caminho tem início no Baptismo (cf. Rm 6, 4), pelo qual podemos dirigir-nos a Deus com o nome de Pai, e está concluído com a passagem através da morte para a vida eterna, fruto da ressurreição do Senhor Jesus, que, com o dom do Espírito Santo, quis fazer participantes da sua própria glória quantos crêem n’Ele (cf. Jo 17, 22). Professar a fé na Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – equivale a crer num só Deus que é Amor (cf. 1 Jo 4, 8): o Pai, que na plenitude dos tempos enviou seu Filho para a nossa salvação; Jesus Cristo, que redimiu o mundo no mistério da sua morte e ressurreição; o Espírito Santo, que guia a Igreja através dos séculos enquanto aguarda o regresso glorioso do Senhor.

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