Esta “tentação de não crer na Ressurreição dos mortos – prosseguiu o Santo Padre – nasceu” nos “primeiros dias da Igreja”. E quando Paulo teve de falar sobre isso aos Tessalonicenses, “no fim, para consolá-los, para encorajá-los disse uma frase mais plena de esperança que está no Novo Testamento. Disse assim: “No fim, estaremos com Ele”. Eis pois como é a identidade cristã: “Estar com o Senhor – afirmou o Papa Francisco:

“Este é o futuro que nos espera e este é o facto que nos leva a fazer tanta resistência: resistência à transformação do nosso corpo. Também, resistência à identidade cristã; Direi mais: talvez não tenhamos tanto pavor do Maligno do Apocalipse, do Anticristo que deve vir primeiro; talvez não tenhamos tanto pavor da voz do Arcanjo ou do som da tromba: mas, será a vitória do Senhor. Mas pavor da nossa ressurreição: todos seremos transformados. Será o fim do nosso percurso cristão, essa transformação.

Fonte: http://pt.radiovaticana.va